Sete dicas para viajar de avião com o seu pet

Toda viagem de avião demanda organização e planejamento, é preciso se programar com antecedência, separar documentos, etc. Agora, se sua viagem aérea inclui levar seu pet, a quantidade de preparativos aumenta muito, eles devem ser planejados muito mais do que um dia antes do embarque. Para que corra tudo bem na sua viagem e do seu bichinho de estimação, confira sete dicas abaixo:

Vacinas

Para viajar de avião seu animal de estimação deve estar vacinado. Ele deve ter tomado a vacina antirrábica, a vacina múltipla e o vermífugo. No caso da antirrábica, fique atento ao dia de aplicação: seu pet precisa ter tomado a vacina mais de 30 dias – e menos de um ano – antes do voo. E lembre-se de levar para o aeroporto a carteirinha de vacinação do animal.

Acostume ele na caixinha de transporte

A caixinha de transporte para animais tem o nome de kennel, para seu pet poder embarcar nela é preciso se atentar a uma série de especificações: deve ser de fibra ou plástico rígido, possuir boa área de ventilação, travas seguras, ter a capacidade de evitar qualquer risco de o animal provocar arranhões e mordidas, chão protegido para que não haja vazamento de urina e fezes e tamanho suficiente para que o bichinho possa girar 360 graus sem esbarrar nas paredes.

Porém, mesmo com todos esses cuidados na hora do voo, o animal deve estar acostumado a entrar no kennel e não ficar nervoso na hora da viagem. Para evitar problemas, semanas antes da viagem ou até meses, vá acostumando ele aos poucos. Deixe a caixa aberta perto dele, coloque comida lá dentro e feche o equipamento com calma, abra novamente assim que ele se sentir incomodado. Dessa forma ele não ficará nervoso e nem estressado.

Documentos obrigatórios

Para voar com o seu pet são necessários diversos documentos, além da carteirinha de vacinação. Os voos nacionais exigem um atestado de saúde, emitido por um médico veterinário credenciado e atuando no mesmo estado onde o animal mora. Caso o seu destino seja Fernando de Noronha, é solicitada uma autorização extra.

Já os voos internacionais são muito mais burocráticos. Dependendo do país de destino um veterinário do Ministério da Agricultura fornece o Certificado Zoossanitário Internacional, que é exigência padrão. Na Europa e no Japão, por exemplo, só aceitam animais que tenham a identificação detalhada implantada em forma de chip ou tatuada atrás da orelha. Esses países também exigem um Laudo de Sorologia e um exame de sangue realizado 90 dias antes da viagem.

Reserve dinheiro

Viagem aérea com seu pet aumenta os custos. As companhias aéreas costumam cobrar de R$90 a R$200 extras pelo animal, fora as taxas por quilo a partir de determinado limite de peso. O atestado de saúde, por exemplo, é válido por dez dias, caso o prazo entre a emissão do documento e a data do voo de volta for maior, será preciso tirar outro.

Outra dica importante é comprar as passagens com boa antecedência, pois as companhias aéreas não costumam aceitar mais do que três animais por voo e nem sempre aceitam pets em dias mais movimentados, principalmente finais de semana e feriados. Mas nada disso é válido para os cães-guia: eles têm embarque autorizado, assento reservado e sozinho e não pagam passagem.

Questione a companhia aérea

Basicamente as regras são praticamente as mesmas para todas as empresas aéreas, mas alguns detalhes podem mudar e fazer toda a diferença. Por isso, antes de planejar sua viagem consulte a companhia e faça todas as perguntas essenciais. Na maioria dos voos é permitido que o pet viaje junto com o dono, a caixinha de transporte pode ir sob o banco, mas existem limitações de tamanho do kennel e peso total, incluindo o do animal. Bichinhos com cinco a dez quilos, dependendo da companhia, costumam ser enviados como carga especial e precisam ser despachados novamente a cada trecho.

Algumas raças com o focinho curto e que apresentam histórico de enfermidades graves como cardiopatias, doenças respiratórias ou neurológicas não costumam ser aceitas em voos em hipótese alguma, esse é o caso do pug, do buldogue, do chow-chow, do shih tzu, do pequinês e do lhasa apso, entre os cães, e dos gatos persa, burmês e himalaio.

Além disso, na maioria dos casos, apenas cães e gatos podem viajar. O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) concede autorizações especiais para outras espécies, como peixes e pássaros, mas algumas empresas aéreas recusam os animais. O mesmo acontece com raças de cachorros que têm fama de agressivos, pit bulls e rotweillers.

Dieta especial

Ufa! Passagem comprada, documentação resolvida, bichinho vacinado. Agora é preciso fazer uma dieta especial para o seu pet nos dois dias que antecedem a viagem. Comece dando uma comida leve. Caso prefira, peça uma recomendação para o seu veterinário.

Seis horas antes do voo, mantenha o animalzinho em jejum, para que ele não enjoe. Se a viagem for muito longa, dê um pouco de água entre um trecho e outro. Caso o pet esteja com você no avião, fique atento a sua respiração, procure monitorar.

Em casos de estresse excessivo, a tensão no bicho pode até provocar algo grave ou até sua morte. Além de que a viagem para ele começa desde a hora que sai de casa, muito antes, pois é preciso chegar com duas horas de antecedência, em caso de voos nacionais, ou três horas, se for destino internacional.

Destino final

Com certeza o destino final também será proveitoso para o seu bichinho. Fique de olho em hotéis, restaurantes e locais que aceitam pets. Faça um roteiro com antecedência e aproveitem!

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